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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A MARCHA DA UNE, O CHILE, CAMILA VALLEJO, O NEOLIBERALISMO, OS CHICAGOS BOYS QUE FHC ADORAVA E O ENSINO PÚBLICO QUE NÃO EXISTE. OS TUCANOS NEOUDENISTAS QUEREM ISTO PARA O BRASIL. PRIVATIZAR O ENSINO PUBLICO BRASILEIRO E AS BRUMAS DAS QUEDAS D´ÁGUAS DE ITAIPU.

 CAMILA VALLEJO NÃO SABE MAS, NO BRASIL TEM REPRESENTANTES DE PINOCHET, NOS 20 ANOS DE PODER DOS NEOLIBERAIS TUCANOS, FORAM FUNDADAS 400 FACULDADES PARTICULARES, CAÇA NÍQUEIS EM SÃO PAULO.

SE DEPENDER DOS NEOUDENISTAS LIBERAIS TUCANOS, PRIVATIZAM-SE AS BRUMAS DAS QUEDAS D´ÁGUA DE ITAIPU.

Por André Barrocal e Najla Passos.
 
NA CARTA MAIOR

A estudante de geografia Camila Vallejo desembarcou no Brasil, vinda do Chile, na madrugada de terça (30/08) para quarta-feira (31/08), deixando para trás, mesmo que só por poucas horas, ameaças de morte que nem seus olhos verdes e o ar angelical foram capazes de desestimular.

Principal líder de manifestações que, nos últimos dias, levaram centenas de milhares de estudantes às ruas de Santiago, a presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECh) anda tranquila pela Esplanada dos Ministérios. Exceto pelo calor e o sol inclemente, dos quais tenta se proteger com um boné vermelho do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).

Na manhã de quarta, ela participa de – e ajuda a atrair atenção para - uma mobilização de jovens brasileiros que exige mais verba à educação. “Me sinto muito mais segura aqui do que no Chile, não há repressão policial”, diz Camila à Carta Maior, em frente ao Congresso Nacional, onde um carro de som anima, com palavras de ordem e músicas, milhares de estudantes brasileiros.

“Há uma união das lutas de todo povo latino-americano. Há uma causa comum e demandas muitas vezes parecidas, principalmente no tema econômico”, afirma Camila, ao explicar a presença no ato, uma espécie de retribuição à ida a Santiago, dias atrás, de seu equivalente brasileiro, Daniel Iliescu, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).

“O que você acha do Brasil e do governo brasileiro?”, pergunta a reportagem, em espanhol precário.

“O Brasil é um bom exemplo para o Chile, tem um governo progressista muito bem visto”.

“E da presidenta Dilma?”

“Sou militante comunista e conheço o passado militante dela, vejo ela com simpatia.”

“Qual o saldo das manifestações no Chile até agora?”

“Logramos despertar a consciência política, o assunto passou a ser discutido dentro das casas, como não se fazia há décadas.”

Horas depois, com mais calma, e após participar de reunião da direção da UNE com Dilma, Camila dará um depoimento mais completo, em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Presidida por uma ex-líder estudantil, Manuela Dávila (PCdoB-RS), a comissão realiza a audiência em solidariedade aos chilenos.

“A legislação chilena regulamenta o direito de manifestação pacífica nas ruas, sem necessidade de autorização prévia, e mesmo assim a polícia, completamente militarizada, tem combatido os estudantes e trabalhadores com violência, usando gás lacrimogêneo, que, no nosso país, é considerado arma de guerra”, conta Camila.

“Já são quatro vítimas fatais desde o início dos protestos e pelo menos 500 pessoas presas de forma ilegal. Temos relatos também que indicam a prática de tortura, inclusive com choque elétrico e abuso sexual de menores.”

A criminalização dos movimentos sociais, tratados como os causadores da violência que assola o país, também incomoda a militante. “Todo o movimento organizado chileno sofre com a violência psicológica provocada pelo discurso político do governo, que nos acusa de sermos culpados pelas mortes e ferimentos dos nossos próprios companheiros”, relata.

Para Camila, a rápida adesão do Chile ao neoliberalismo, na ditadura Pinochet (1973-1990), liquidou com o sistema de proteção social do país e colocou em risco o acesso dos cidadãos a direitos considerados fundamentais nas sociedades democráticas. “Hoje, no Chile, a educação é tratada como um bem de consumo qualquer, e não como um direito social”, diz.

“A situação dos estudantes brasileiros é melhor do que a dos chilenos porque eles conseguiram uma interlocução real com a sociedade e com o governo. E, com isso, obtiveram conquistas, mesmo que pequenas. No Chile, só agora conseguimos construir uma pauta conjunta com a sociedade. Nosso modelo educacional está falido, obsoleto e isso incomoda a maioria das famílias chilenas. Só uma parcela muito pequena da população tem acesso à educação gratuita”, afirma a estudante de geografia.

Segundo ela, das cerca de 3,5 milhões de matrículas na educação básica, metade está atrelada ao sistema de subvenção estatal, por meio de créditos educacionais. “Só as famílias muito pobres têm direito à educação pública. A classe média, que é a maioria, recebe bolsas do governo. Com isso, o governo investe o pouco dinheiro que destina à área no setor privado. E há, aí, um claro conflito de interesses, porque muitos políticos são também os proprietários do sistema privado de educação”, esclarece.

A estudante afirma que a situação é ainda pior nos demais níveis. No ensino médio, as instituições privadas abarcam metade dos alunos. No superior, o índice chega a 80%. “Apenas 20% dos estudantes universitários estão nas instituições públicas, mas mesmo assim têm que pagar pelo ensino. Não existe mais educação superior gratuita no Chile. E os custos são altíssimos. Um curso em uma instituição pública chega a custar US$ 5 mil por mês”, afirma Camila.

Para garantir que uma pequena parte das famílias de classe média e baixa tenha acesso à educação, o governo oferece subvenção, por meio de um complicado sistema de crédito, que os alunos têm que pagar posteriormente. Os juros são altos e inviabilizam a quitação para recém-formados que disputam a tapas uma vaga no mercado de trabalho do país: estudantes das universidades públicas pagam 2% de juros ao ano e, das particulares, 5,8%. “Com esse sistema, os alunos pagam de três a quatro vezes o preço do curso”

Para ela, o problema principal, entretanto, é a concepção de educação que prevalece no atual governo. “As instituições públicas têm que se autofinanciar e, para isso, não apenas cobram mensalidades, como entram no jogo de oferecer o ensino que o mercado quer. Não há uma formação humanística, crítica, que estimule a prática democrática, mas apenas uma formação tecnicista, mercadológica. Por isso, necessitamos de reformas profundas, e não apenas de mais recursos para a área”.

Na noite de quarta (31/08), Camila encerra a visita ao Brasil. Tem de voltar logo ao Chile, para um encontro com o presidente Sebastian Piñera. Que a receberá depois de o presidente de um outro país tê-lo feito.



A GLOBO SE UNE FRATERNALMENTE A QUEM O MINISTÉRIO PÚBLICO SUIÇO CHAMA DE BANDIDO. DO YOU DID BRIBE, MR TEIXEIRA?



Por Marco Antonio Araujo, no blog O Provocador:


Eu bem que avisei. A reportagem do Jornal Nacional sobre uma (entre muitas) das falcatruas de Ricardo Teixeira era cortina de fumaça. Bravata. Essa turma só morre abraçada. É pacto de sangue.

Neste domingo (28) os principais estádios brasileiros foram tomados por manifestações pedindo a mudança no comando da CBF. A bandeira “Fora Ricardo Teixeira” foi hasteada em todo o país, pelas principais torcidas.

Gremistas, colorados, palmeirenses, flamenguistas, são-paulinos, atleticanos, figueirenses, milhares de torcedores levaram o grito de guerra espontâneo e indignado. Mas a Globo não mostrou uma imagem sequer.

A reportagenzinha do JN era só para disfarçar. Fanfarrões. A Velha Senhora continua ignorando a avalanche de denúncias de corrupção e enriquecimento ilícito que atinge o chefão da CBF, no cargo há mais de 20 anos.

Teixeirão está soterrado em dinheiro, enquanto clubes e federações vão à falência. Um bom negócio, mas só para a máfia do futebol, evidentemente, os gângsteres, como ficamos sabendo pelas palavras do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, o bom companheiro da turma.

Falência não é figura de linguagem. É possível ver a olho nu a decadência econômica do nosso futebol. Os números são da própria CBF: a média de público nos estádios era de 17.807 torcedores em 2009. Em 2010, uma queda de 17%: 14.800. Em um ano.

Já a média de audiência do futebol na Globo, entre 2005 e 2011, caiu 21% em todo país. Só na Grande São Paulo, maior concentração econômica, 22%. Nesse mesmo período, o custo de 30 segundos de anúncio foi de R$ 142 mil para R$ 236 mil, um aumento de 45% (no auge da crise econômica internacional).

Não é assustador? Esse modelo de gestão criminosa afasta torcedores (com ingressos mais caros e horários absurdos) e anunciantes (que pagam cada vez mais por menos audiência).

Isso para não falar da violência das torcidas uniformizadas, os cambistas, a falta de preparo do policiamento e a evasão dos craques, que rumam cada vez mais jovens ao exterior (onde os clubes são geridos também por profissionais, e não só por bandoleiros).

Como tudo isso é possível? Simples: monopólios encarecem seus produtos, essa é uma lei de mercado. Em nenhum lugar do mundo os ditadores e capitalistas selvagens caíram sem guerra. Porque eles lutam com todas as armas, não cedem à força dos argumentos.

E eles sempre têm aliados: os que se vendem por muito dinheiro. Eles não se separam. Disfarçam que brigam, mas logo fazem as pazes. Só morrem abraçados. Como a Globo e Ricardo Teixeira. 


CHUNPINHADO DO BLOG DO MIRO.

A CORJA DE NEOLIBERAIS USAM A TÉCNICA DA GRADAÇÃO, QUANDO A POPULAÇÃO ACORDA, A DESGRAÇA JÁ ASSOLA SUAS VIDAS.

CIDADÃOS, CUIDADO. AO OUVIR QUALQUER COISA DESTAS BESTAS FERAS, REPRESENTANTES DOS DONOS DO BRASIL E DO PLANETA. NADA QUE ELES DISSEREM, NÃO ACREDITEM. ANALISEM, PENSEM E PERCEBERÃO QUE TUDO O QUE ELES DEFENDEM, NÃO INCLUI O POVO E NEM A SOBERANIA DA NOSSA NAÇÃO.

SÃO UNS LACAIOS DA BANCA MUNDIAL E NACIONAL.

DO CHILE PARA OS USA, PARA APRENDER A VENDER O BRASIL, O QUE ELE FOI FAZER NA SUÍÇA, EM 2007 QUANDO A JUSTIÇA DE LÁ INVESTIGAVA A ALSTOM?

O CÍNICO DISSE AO LARGAR O GOVERNO QUE TINHA O PÉ NA COZINHA... FRANCESA, EVIDENTEMENTE. POIS NÃO É QUE O TARTUFO TEM UM APARTAMENTO EM PARIS NA FOCH AVENUE. ONDE VIVE OS BILIONÁRIOS?

ALGUNS JÁ RECEBERAM MILHÕES PARA REPRESENTAR O PODER MUNDIAL, FALO DE FHC E SUA CEBRAP, QUE RECEBEU DINHEIRO DAS CIA. ESTE TARTUFO DESFILAVA PELAS RUAS DO CHILE COM SUA MERCEDEZ AZUL MARINHO (UM LUXO) PARA QUEM ERA "ESQUERDISTA" REFUGIADO. CERRA, OUTRO "ESQUERDISTA" ESTUDOU, MAS NÃO TERMINOU O CURSO, EM UMA UNIVERSIDADE AMERICANA. COMO,  EM PLENA GUERRA FRIA, OS USA CONCEDERIA BOLSA DE ESTUDOS, PARA UM "ESQUERDISTA".

NA VERDADE, TANTO ELE QUANTO O TARTUFO MOR, FALO DE FHC, ESTAVAM SENDO PREPARADOS PARA USURPAR O PODER NO BRASIL E FAZER DO NOSSO PAÍS UMA ENORME "HACIENDA" DOS USA. FHC COMEÇOU, O CERRA IRIA  TERMINAR.

BARRAMOS ESTES ENTREGUISTAS UDENISTAS DOS INFERNOS NAS URNAS.

NÃO TENHAM VERGONHA DE COMEMORAR ESTE FATO. EU COMEMORO TODOS OS DIAS E COM ENORME JÚBILO.

NÃO SE ILUDAM TAMBÉM COM O FALSO MORALISMO DELES. SÃO TÚMULOS CAIADOS A QUAL CRISTO SE REFERIU.

DESONRA O AVÔ, QUE ERA CONSERVADOR, MAS NÃO ERA ENTREGUISTA, O AVÔ SÓ LEGOU A ELE UMA COISA ERRADA,  CONSPIRAR CONTRA AS ELEIÇÕES DIRETAS, JÁ QUE SABIA QUE NAS URNAS NÃO LEVAVA.

QUE MORAL TEM UM AÉCIO NEVER PARA FALAR DE HONESTIDADE? COMO UM FILHO DO AVÔ CONSEGUE LEVAR UMA VIDA DE BILIONÁRIO, SE SÓ VIVEU DE POLÍTICA? COMO ELE CONSEGUE PAGAR ESTE LUXO TODO DE VIVER PRÁ CIMA E PRÁ BAIXO ENTRE  O BAIXO LEBLON, AMSTERDAM E NOVA YORQUE?

SÓ FALTA ERIGIR UM PANTEÃO DA MORALIDADE PARA ESTES HIPÓCRITAS.


QUE MORAL TEM O TASSO TENHO JATINHO POR QUE POSSO, JÁ QUE TEM O JATO MAS ABASTECE COM DINHEIRO PÚBLICO?

QUE MORAL TEM O ESTELITA GUERRA, QUE NÃO DECLARA O MILIONÁRIO HARAS À RECEITA?

CORJA, O POVO BRASILEIRO SABERÁ ESCORRAÇÁ-LOS NAS URNAS DEFINITIVAMENTE.
A IGREJA DELES, A SEDE DO FMI, ELES ADORAM O DEUS "MERCADO". OS BIÓGRAFOS NÃO FALAM, MAS O FUNDADOR DO CAPITALISMO NA SUA ESSÊNCIA ERA UM TEÓLOGO. POR ISTO QUE EU DIGO, SE FÔSSEMOS DEPENDER DAS TEORIAS DE TEÓLOGOS, ESTARÍAMOS ATÉ HOJE, ANDANDO NO LOMBO DE BURRO.

NO FIM TODOS SEGUEM ESTE TEÓLOGO, ADAM SMITH, OS QUE FUNDARAM A IGREJA ACIMA, SEMPRE AUSPICIARAM NELE. NA TAL "AS RUIQUEZAS DAS NAÇÕES" QUE ESTE TARTUFO IDEALIZOU NUNCA SOBROU NADA PARA O POVO.

 estudantes marcham em Brasília por 10% do PIB para a educação** extinção da CPMF em 2007 deixou a saúde pública com um rombo de R$ 30 bilhões

** emenda 29 busca garantir recursos para o setor, mas divide a base do governo

** arrocho fiscal na Espanha demite 3 mil professores precários da rede pública de Madrid e impõe cortes orçamentários em várias províncias

**professorado espanhol se levanta em greves e mobilizações

** professores da rede estadual  de MG completam três meses em greve por um piso salarial que não canibalize gratificações  anteriores.


RENTISMO CRITICA CORTE NO JURO QUE  DEVORA $ 114,5 BI DO ORÇAMENTO DE 2012 .

 Orçamento federal para 2012 prevê um total de investimentos públicos de R$165,3 bilhões. Os gastos com o juro da dívida pública vão consumir  R$ 114,5 bilhões ( isso apenas para o superávit primário, sem considerar amortizações e rolagem).

O demonizado salário mínimo de R$ 619,00 previsto para 2012, um reajuste de 13%, em nome do qual se acena com o fantasma do descontrole das contas públicas, custará  à União menos que 12% ( R$ 13,3 bi) do total de recursos devorados pelos rentistas.

Com uma diferença importante: beneficiará 19 milhões de aposentados e pensionistas que robustecem o mercado interno de massa num horizonte de recidiva da recessão mundial. 

Apesar da equação favorável a banda rentista e seu tambor midiático criticaram a decisão acertada do Banco Central, que ontem cortou em meio ponto a taxa básica de juro do país, trazendo-a para a 12%.O BC  ao contrário da ortodoxia cega deve ter lido o artigo de Martin Wolf, economista neoliberal e respeitado analista do Financial Times, que avaliou assim o quadro da crise mundial em sua coluna de 30-09:

"  ...a tomada de consciência de que nem os EUA nem a região do euro podem criar condições para uma rápida recuperação do crescimento - ou pior, da paralisante divergência sobre quais seriam essas condições - é assustadora (...). Os riscos de um círculo vicioso, saindo dos fundamentos econômicos ruins aos erros de política, passando pelo pânico e depois voltando aos maus fundamentos, são grandes, no caso de mais retração econômica no futuro (...) Outra reversão da economia agora certamente seria um desastre.

A chave, certamente, é não lidar com uma situação tão perigosa como esta dentro dos limites do pensamento convencional".

DESTINO QUE OS TUNGANOS DE SÃO PAULO OS  DO ROBOANEL CERTAMENTE LEVARIAM O BRASIL.


 

O UDENISTA AÉCIO NEVER NUNCA ENGANOU NINGUÉM COM ESTA PROPAGANDA( A PALAVRA É NAZISTA) ENGANOSA DE XOQUE DE JESTÃO. COISAS DE UDENISTAS. O PIG NÃO REPERCUTE AS PALAVRAS DE QUEM PROVA QUE ESTE UDENISTA VIVE DE 171.

UDENISTAS SEMPRE USAM A MÍDIA ATRAVÉ$ DE MIMO$ E CENSURA. O JORNAL "O TEMPO" PUBLICAR JÁ CAUSA ESPÉCIE MAS, PORQUE NÃO SAÍ TAMBÉM NO JN, NO ESTADO DE MINAS, NA ROLHA DE SÃO PAULO, NA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO?

Sylo Costa: Choque de gestão do governo mineiro pode ser um baita susto

por Sylo Costa, em OTEMPO, por sugestão de @luisk2017

O choque de gestão do governo mineiro é apenas um nome, nunca foi um programa e, assim, poderia se chamar Jatobá ou Jacaré. Quando Itamar Franco, de saudosa memória, assumiu o governo, a arrecadação estadual mal dava para o custeio da máquina do Estado.

 Arrecadação e custeio giravam pela casa dos R$ 680 milhões a R$700 milhões mensais. Quando começaram as desavenças políticas entre o governo estadual e o federal e, concomitantemente, apareceram os boatos de que o Estado decretaria a moratória, a cota do Fundo de Participação do Estado passou a ser retida na fonte, o que desequilibrou as finanças do Estado.

Tal desconto, que hoje é de mais ou menos R$ 270 milhões/280 milhões, naquela época ficava em torno de R$170 milhões/180 milhões. Essa variação acontece porque o “quantum” corresponde a 13.5% das receitas correntes líquidas, isso até o ano de 2028. É muito cobre.( É MESMO, SÓ PRA CEMIG FOI DESVIADO 1 BI. 1 BILHÃO! DA SAÚDE. O PIG NÃO INFORMA E NEM O MPE, MAS O MPF PEGOU O TARTUFO DO AÉCIO A YEDA E O CERRA DESVIANDO DINHEIRO DA SAÚDE E JOGANDO NO OVERNIGHTH.GRIFO MEU, PTREMDAS13.)

O chamado choque de gestão começa com a demagógica atitude do governador Aécio, de reduzir seus vencimentos de R$ 19 mil para R$ 10 mensais. Quem fixa remuneração de governador, vice e deputados é o Legislativo, numa legislatura, para viger na subsequente (se Ele pudesse diminuir, poderia também aumentar, e não pode, pelo “Princípio da Anterioridade”). E com essa atitude, funcionários aposentados do Executivo, e mesmo os mais graduados da ativa, ficaram prejudicados com esse “abaixa teto particular…”.

E muita gente mais ficaria prejudicada, sem quinquênios e sem o trintenário, que constituem direito patrimonial, se o Judiciário, instado, não tivesse corrigido a tempo.

Com a aplicação do teto remuneratório e, posteriormente, a vigência do piso, juntaram o piso no teto e lá se foram as vantagens pessoais do funcionalismo, como resultado do tal choque. Um dia, isso será corrigido, como compromisso de campanha.

O que está acontecendo com o professorado do Estado é o resultado dessa jogada do governo. O governo federal fixou o piso da categoria e, em vez de o governo do Estado somar as vantagens pessoais de cada um em cima do piso, ele propõe pagar o piso sem as vantagens já adquiridas, mas, piso não é teto e, então, tanto faz quem trabalha há 30 anos no Estado, como quem começa agora… Antes do governo, o Estado é do povo e, ninguém é mais povo que o professor, a classe do magistério.

E eu não estou “puxando” ninguém, que não preciso, não sou candidato. Simples assim…
O choque de gestão reduziu-se à cobrança das alíquotas de ICMS mais altas do Brasil – telefonia celular: 25%, combustíveis: 25% a 30% e Cemig: 30%. Essas três contas de arrecadação representam 73% da arrecadação total do Estado, sem sonegação, recolhimento na fonte, o que elevou a arrecadação para R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões por mês. Sobrou recurso para a Cidade Administrativa, Linha Verde e outras desnecessidades…

Isso não é choque de gestão coisa nenhuma, isso pode ser um choque elétrico ou um baita de um susto…

Sylo Costa é conselheiro do Tribunal de Contas dos Estado de Minas Gerais.

DO BLOG DO AZENHA.

P.S: DEU PRÁ ENTENDER A SAFADEZA DO BALADEIRO DO LEBLON? ESTE TARTUFO TÁ SE LIXANDO PARA PROFESSORES, O FUNCIONALISMO PÚBLICO, O POVO MINEIRO ENFIM.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO QUERIA CHILENIZAR A EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA, NA NEFASTA ERA DO SEU MINISTRO PAULO RENATO, NÃO FUNDOU-SE UMA SÓ UNIVERSIDADE FEDERAL NO BRASIL. FOI A ÉPOCA QUE PROLIFERARAM AS FACULDADES CAÇA NÍQUEIS. DILMA FUNDARÁ MAIS 4 UNIVERSIDADES E AUMETARÁ OS CAMPIS PARA 293. LEIAM RELATO DE UM ALUNO DESESPERADO DA ÉPOCA.

 PAULO RENATO EX MINISTRO TUCANO DA (DES) EDUCAÇÃO, QUE NÃO INCENTIVOU O ENSINO PÚBLICO, ZERO UNIVERSIDADE FEDERAL, ZERO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E AINDA POR CIMA VETOU A CRIAÇÃO DE CURSOS DE SOCIOLOGIA EM UNIVERSIDADES FEDERAIS E EM ESCOLAS DE SEGUNDO GRAU. LÓGICO. ELES NÃO QUERIAM VER A ESCUMALHA POLITIZADA!
O TARTUFO GOSTAVA TANTO DO MODELO CHILENO, O DOS CHICAGOS BOYS, QUE MANDOU O ANDRÉ LARA REZENDE IR LÁ PARA VER COMO ELES PRIVATIZARAM A PREVIDÊNCIA SOCIAL, QUE A BRACHELET REESTATIZOU. O ENSINO PÚBLICO ELE PRIVATIZOU SEM MANDAR NINGUÉM. O LULA REESTATIZOU E DILMA CONSOLIDARÁ, AO INAUGURAR MAIS 4 UNIVERSIDADES E AUMENTAR AS EXTENSÕES UNIVERSITÁRIAS PARA 293 CAMPIS.

LEIA ABAIXO UM DEPOIMENTO DE QUEM VIVEU A ERA NEFASTA DO NEOLIBERALISMO TUCANO:

Outro dia me vi contando para colegas de faculdade bem mais jovens como era a educação universitária no governo Fernando Henrique Cardoso e porque eu tenho tanto desgosto por essa época. Achei que seria interessante deixar o registro no blog também, para refrescar as lembranças e lutarmos para que algo assim não volte a acontecer.

Passei a década de 1990 praticamente inteira dentro da UFMG. Primeiro na Escola de Música, cursando formação musical enquanto fazia o segundo grau. Fiz um intervalo de um ano, em 1996 (aqui já era governo FHC), estudando pro vestibular. Depois, cursei a faculdade de Direito. A formatura seria em dezembro de 2001, mas foi em fevereiro de 2002 por causa da greve de servidores.

Lembro-me da aposentadoria em massa dos professores da Escola de Música, pois estavam sendo implantadas novas regras para trabalho e previdência que seriam ruins para os docentes. Mais tarde, vi o impacto dessas aposentadorias na Faculdade de Direito: as vagas deixadas em aberto pelas aposentadorias foi preenchida em sua maioria por concursos de professores temporários (os famosos professores substitutos).

Alunos de pós-graduação ou bacharéis em Direito sem pós-graduação (não havia cursos de especialização, havia pouquíssimas vagas de mestrado e doutorado na UFMG, e o mestrado da PUC-MG só foi implantado em 1997) eram contratados como professores substitutos, recebendo um salário de R$300,00 (baixo, mesmo para a época) para ministrar aulas. Como professores temporários ficavam somente em sala de aula, não desenvolviam pesquisa. As poucas vagas abertas para professores efetivos exigiam dedicação exclusiva, com salários baixíssimos e sem recursos de nenhum tipo para desenvolver pesquisa.

Alunos de graduação que quisessem seguir carreira acadêmica tinham de se dispor a fazer pesquisa e monitoria de forma voluntária, pois as raríssimas bolsas não eram suficientes para todos os candidatos aprovados. A ausência de bolsas afastou alunos que queriam fazer pesquisa, mas que não tinham família para bancar seus estudos: ou trabalhavam (e aí eram recusados na monitoria/pesquisa voluntária, pois muitos orientadores exigiam dedicação em tempo integral), ou se sujeitavam a pesquisar sem bolsa e aguardar pacientemente na fila até obtê-la.

Os prédios onde estudávamos eram ruins, pois não havia um mínimo de preocupação com planejamento ou manutenção. Os elevadores nunca funcionaram a contento, e sempre alguém ficava preso neles. A faculdade de Direito conseguiu fazer algumas reformas em meados da década de 90, alterando um dos prédios (o menos velho) para receber todos os alunos de graduação, e ampliando a biblioteca (que funcionava num porão e passou a ter um prédio acima do porão, com mais mesas para estudo, novas instalações elétricas e até elevador). Porém, o problema da manutenção era sério: quando um professor e meus colegas ficaram presos no elevador da biblioteca e foi necessário destruir sua porta para que eles saíssem, mais de seis meses se passaram até consertarem o elevador e reorganizarem a biblioteca.

Falando em biblioteca, ela era um horror: só tinha livros velhos, mofados, e poucos periódicos estavam atualizados. Estudar na biblioteca era sinônimo de sinusite e alergias. Cansei de estudar lá em época de chuva ouvindo goteiras. Não havia verba para comprarem os livros indicados pelos professores. O D.A. fazia campanhas incentivando editoras a doarem livros para melhorar o acervo.

O período em que estudei foi também o período das greves. A de 1998 é particularmente memorável, pois metade dos professores entrou em greve (eram os professores em dedicação exclusiva) e metade não aderiu à greve (professores substitutos, em estágio probatório, e em tempo parcial que priorizavam atividades não-acadêmicas como advocacia).

A greve foi de março a julho, e bagunçou todo o calendário acadêmico por cerca de dois anos. Pra mim, o impacto da greve foi terrível, pois tive aula direto entre março e outubro (primeiro com os professores que furaram a greve, e depois com as aulas de reposição) e o novo calendário bagunçou todo o esquema de férias, que passaram a ser bem curtas, em maio e outubro, totalmente incompatíveis com minhas férias no trabalho.

Ter aulas em salas abafadas em pleno 40 graus de janeiro foi algo bastante desgastante, não tinha ventilador que amenizasse o desconforto (pelo que me explicaram, a reforma do prédio para receber as turmas de graduação alterou – pra pior – a circulação de ar).

Quando o calendário voltou ao normal, veio outra greve. E mais outra, e mais outra… quando não era greve de professores, era greve de servidores, ou de ambas as categorias. E todos tinham razão em suas reivindicações: salários baixos, congelados, planos de carreira, que só retiravam direitos, e, péssimas condições de trabalho.

Não tenho saudade das dificuldades dessa época, e ainda não entendo como um presidente que era professor universitário conseguiu destruir a universidade desse jeito.

Estando hoje novamente na UFMG, vejo o quanto algumas coisas mudaram (mais verbas pra pesquisa, bolsas de monitoria, novos livros – inclusive estrangeiros – na biblioteca). Tem muita coisa que pode ser melhorada (como a manutenção dos prédios e elevadores),

mas não tem nem comparação com o pesadelo que foi estudar durante o período Fernando Henrique Cardoso.

 Às vezes é necessário ver ou viver situações bastante ruins para dar valor quando elas melhoram…
 

HOJE EM DIA QUANDO FALAMOS SOBRE A MERDA QUE ESTÁ A VIDA DOS EUROPEUS, ENGRAÇADINHOS DA CLASSE MÉDIA RESPONDEM: EU MORO É NO BRASIL E NÃO NA EUROPA. ESTES MESMOS IMBECÍS VIVIAM TECENDO LOAS E TROAS AO MODELO NEOLIBERAL QUE SOPRAVA DO NORTE E REPETIAM O CANTOCHÃO DA MÍDIA, ISTO SIM É CIVILIZAÇÃO!

CERRA O NEO UDENISTA

AÉCIO NEVER, PRÁ DESESPERO( NA TUMBA) DO AVÕ, É ENTREGUISTA, A REVENDA DA CEMIG PARA A ANDRADE GUTIERREZ COMPROVA.
O MINISTRO DA FAZENDA DESTE TARTUFO, NÃO CANSAVA DE SUBIR A ESCADA DO EDFÍCIO ABAIXO, COM O PIRES NA MÃO, NA SITUAÇÃO DE MINISTRO  DE UM PAÍS QUEBRADO.

SEDE DO FMI, OS ENTREGUISTAS DOS TUCANOS JAMAIS SONHARAM QUE UM DIA O BRASIL SERIA CREDOR E COTISTA COM MAIOR PODER DE DECISÃO NAS TRATATIVAS ACERTADAS PELO FMI.

O  QUE OS BOBÕES LEITORES DO PIG BRASILEIRO NÃO SABEM É QUE A EUROPA ERA UM CONTINENTE DE RARA CIVILIZAÇÃO MESMO.

 DEIXOU DE SÊ-LO   QUANDO QUANDO PESSOAS QUE SE DIZIAM DA ESQUERDA GANHARAM AS ELEIÇÕES, PASSARAM A TOMAR DECISÕES QUE PERTECIAM AO COROLÁRIO POLÍTICO NEOLIBERAL, DAÍ O ELOGIO DIÁRIO DA MÍDIA NATIVA, DAS MIRIANS E OTAVINHOS DA VIDA, MANIPULANDO A MANIPULÁVEL CLASSE MÉDIA, BRASILEIRA.

 TODOS SE DERAM MAL, ZAPATEIRO UM SOCIALISTA, QUE DE SOCIAL DEMOCRACIA NA ESPANHA NADA APLICOU. MUITO AO CONTRÁRIO, PRATICOU O ARROCHO FISCAL, A NÃO TAXAÇÃO DE GRANDES FORTUNAS, CORTES EM PROGRAMAS SOCIAIS. NÓS VIMOS PARA ONDE CAMINHOU A EUROPA, ISLÃNDIA, GRÉCIA, FRANÇA, PORTUGAL, ESPANHA, ITÁLIA, INGLATERRA E ALEMANHA COM SEUS CARBONÁRIOS, INGLATERRA DISPENSA COMENTÁRIOS, TODOS SABEM O QUE OCORREU LÁ, O QUE A MAIORIA NÃO SABE É QUE TODAS AS NOITES MAIS DE 80 CARROS SÃO QUEIMADOS NA ALEMANHA. ROMÊNIA, ESLOVÊNIA, ENFIM, TODO O LESTE EUROPEU QUE ENVEREDOU-SE POR ESTE CAMINHO, DESGRAÇARAM COM A VIDA DOS SEUS CIDADÃOS.

TODOS PRATICARAM UMA POLÍTICA QUE OS SACRIPANTAS NAS FOTOS ACIMA QUERIAM IMPLANTAR AQUI.

NÓS BARRAMOS O PROJETO CRIMINOSO DELES NAS URNAS!

VEJAM ABAIXO EXEMPLOS DO PERIGO QUE O BRASIL CORREU:

DESMONTE EUROPEU.

O FERMENTO DAS RUAS
  

"Vários países europeus reduziram os salários dos funcionários, indo de 2,5% na Alemanha a 5% na Espanha, 10% em Portugal (para quem ganha acima de € 1.500), 13% na Irlanda, 2% na Grécia, 25% na Romênia e até 50% na Letônia.

Os salários nominais foram congelados por um a três anos na França, Itália, Portugal, Espanha, Bulgária, Polônia, Romênia e Eslovênia. Com a inflação em alta, a medida resulta em corte real implícito nos pagamentos.

Os empregos no setor público também estão sendo cortados: o governo conservador do Reino Unido anunciou planos de reduzir até 490 mil empregos ou quase 10% da força de trabalho total do setor público. Polônia e Bulgária já cortaram 10%, Romênia anunciou 250 mil cortes, a França congelou contratações.

Na Grécia, apenas um em cinco que se aposentam será substituído..."

(Valor; 20-06)

GLOBO E O GOLPE DE 64, UMA VEZ GOLPISTA SEMPRE GOLPISTA, E A DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS?


A SUA TELINHA E O QUE ELA QUER QUE VC SEJA: UM CONSUMISTA IDIOTA!

INFORMAÇÕES/? NADA DISTO, AFINAL VOCÊ É UM "HOMMER SIMPSON", SEGUNDO O WILLIAN HOMER SIMPSON, UM IDIOTA!

AÉCIO NEVER ENCHE A CACHOLA DÁ UMA DE ARTICULISTA E DEITA FALAÇÃO CONTRA O GOVERNO.

O FILHO DO AVÔ, DEVE FAZÊ-LO REVIRAR NA TUMBA, O AVÔ ERA CONSERVADOR E DE CENTRO, ESTE É DE EXTREMA DIREITA E ENTREGUISTA, PASSAR O COMANDO DA CEMIG EM QUE O ESTADO  É O ACIONISTA MAIORITÁRIO, PARA A ANDRADE GUTIERREZ QUE É MINORITÁRIO, DEVE TER TIDO VARIO$ MOTIVO$, $Ó PODE!
OW AÉCIO NEVER SEU HEDONISTA DAS MADRUGADAS DO LEBLON, ANTES DE VOCÊ ESCREVER ARTIGOS, QUE MAIS PARECE QUE VOCÊ ESTÁ NUMA "DAQUELAS" EM QUE VC NÃO CONSEGUIA DIRIGIR UM AUTOMÓVEL. LEIA ABAIXO ALGUNS NÚMEROS LEVANTADOS POR DELFIM NETO QUE, DORMINDO ENTENDE MAIS DE ECONOMIA, QUE TODOS OS "ESPECIALISTAS" DO PIG, DE ONDE VOCÊ CATA ESTES SEUS NÚMEROS CONTRA O GOVERNO. DE ONDE VEM TODOS SABEM QUE TÊM A CREDIBILIDADE DE UMA NOTA DE 3 REAIS.

VAMOS LÁ:

Delfim Netto: FHC surfou sobre o Plano Real e quebrou o país
Ex-ministro denuncia desastre e “métodos absolutamente heterodoxos para se reeleger”


O deputado federal Delfim Netto (PMDB/SP) afirmou que Fernando Henrique “surfou sobre o plano real” para se eleger presidente da República por dois mandatos, aplicando um “duplo estelionato eleitoral” no povo brasileiro.


“Elevou para 29% a carga tributária bruta e aumentou de 31% para 49% do PIB o endividamento. Não fez o menor esforço para controlar as despesas, reduzindo o superávit a zero no primeiro quadriênio. Em apenas quatro anos, acumulamos um déficit em conta corrente da ordem de US$ 100 bilhões! O resultado foi trágico”, ressaltou o deputado, assinalando que essa política levou o Brasil a quebrar em 1998 e recorrer ao FMI “com o chapéu na mão, pedir um socorro de US$ 40 bilhões!”. Foi o primeiro “estelionato”, disse Delfim.


O deputado continuou, afirmando que no segundo mandato – depois de se eleger e procurar, “com métodos absolutamente heterodoxos, a sua reeleição sem desincompatibilização, o que seria o segundo ‘estelionato eleitoral’” – diante da exigência de arrocho fiscal feita pelo FMI “descarregou o problema sobre o setor privado, aumentando a carga tributária bruta para 32% já em 1999” .


“Puxado pelo nariz, o governo perdeu o controle do câmbio para o ‘mercado’. Instalou-se depois uma nova e melhor política monetária. Mas o fim foi melancólico. Terminamos 2002 com uma inflação de 12,5% e um crescimento de 1,9%. Acumulamos mais US$ 80 bilhões de déficit em conta corrente. Com reservas de US$ 16 bilhões, e o Brasil ‘quebrado’ pela segunda vez”, observou.


Delfim Neto destaca também que o último surto de desenvolvimento experimentado pelo Brasil ocorreu no governo Itamar Franco (1993/94), “quando crescemos 5,4% ao ano, com equilíbrio externo”. “A carga tributária bruta era de 27% do PIB, e a dívida líquida do setor público, 31% – graças ao vigoroso superávit primário de 3,7% ao ano, em média, no período. As reservas internacionais eram de US$ 40 bilhões, correspondentes a um ano de importação”, completou.



MAIS NÚMEROS DO NEFASTO PERÍODO DO GOVERNO TUCANO EM  QUE ESTE TARTUFO DO AÉCIO FOI LÍDER DO GOVERNO:

 Em maio de 1999, o desemprego chegou a 25%;

- Em 1989, o tempo médio de busca por um novo emprego era de 15 semanas. Em 98, chegou a 36 semanas !!!;

- Segundo o Caged, o Brasil destruiu 3,3 milhões de empregos ao longo dos anos 90;


- Em 94, a balança comercial teve um superávit de US$ 10 bilhões; em 98, um déficit de US$ 6 bilhões;
- Durante os dois mandatos do Farol o funcionalismo publico não recebeu um centavo de aumento;


- O Farol anunciou que ia acabar com o legado de Vargas;


- A participação da renda dos trabalhadores no PIB caiu de 52% em 1990 para 41% em 2002;


- A taxa média de crescimento da economia brasileira ao longo dos anos 90 foi a PIOR da História: 2,4%; inferior à média da “década perdida” (os anos 80), que girou em torno de 3%;


- Mesmo com as privatizações do Daniel Dantas, a divida interna do país saltou de R$ 60 bilhões para IMPENSÁVEIS R$ 630 bilhões, enquanto o valor da dívida externa dobrou.









CUIDADO: CONSULTÓRIOS (MÉDICOS, DENTÁRIOS, DE PISICOLOGIA, BANCAS DE ADVOCACIA TAMBÉM) MANTÉM MATERIAL INFECTO NA SALA. E A CLASSE MÉDIA ACHA QUE INFORMAM-SE. TEM QUE SER UM PARVO MESMO!




AÉCIO NEVER, ESCREVE UM ARTIGO CONTRA O GOVERNO COM UM MONTE DE NÚMEROS IDIOTAS, LÓGICO, DEVE ESTAR SOB O EFEITO DA MESMA SUBSTÂNCIA QUE O IMPEDIU DE DIRIRGIR UMA LAND ROVER DE R$ 340.000,00 NAS MADRUGADAS DO BAIXO LEBLON!

UM BALADEIRO QUE NÃO SABE O QUE DIZ A UM GUARDA DE TRÂNSITO,(Os homens mais sérios têm temporadas de vícios.”. jOÃO DO RIO)
 QUER DIZER ALGUMA COISA À NAÇÃO. 

ANTES DESTE PLAYBOY APRESENTAR UM ARRAZOADO DE NÚMEROS NEGATIVOS PARA O BRASIL EM QUE, ELES FORAM O QUE MAIS CONTRIBUIRAM PARA QUE ELES OCORRESSEM, ELE DEVERIA ESTAR DIZENDO É QUE O GOVERNO DELE NÃO CUMPRE A LEI E NÃO PAGA O PISO NACIONAL PARA OS PROFESSORES DE MINAS.

DEVERIA ESTAR FALANDO É SOBRE A SUA BRASILÂNDIA, UMA OBRA TOTALMENTE INÚTIL, QUE DESGRAÇOU COM A VIDA DE MILHARES DE SERVIDORES, QUE SERVIU MAIS PARA AJUDAR OS EMPREITEIROS AMIGOS DO QUE SERVIR AO ESTADO. DEVERIA ESTAR FALANDO QUE COMO ELE MESMO DISSE O BRASIL É A 7a ECONOMIA DO MUNDO. NA ÉPOCA QUE ELE ERA LÍDER DO GOVERNO DO ENTREGUISTA DO FHC ERA A 15a.

DEVERIA DIZER QUE O BRASIL NA ERA LULA DILMA  É O PAÍS QUE MAIS ATRAI INVESTIMENTOS NA ÁREA PRODUTIVA NO MUNDO.

DEVERIA DIZER QUE OS ENGENHEIROS DA EUROPA, USA, E ÁSIA, ESTÃO MUDANDO PARA O BRASIL DE MALA E CUIA, JÁ QUE O EMPREGO DE QUALIFICAÇÃO CIENTÍFICA ESTÁ AQUI NO BRASIL.

DEVERIA DIZER QUE AO FAZERMOS 14 UNIVERSIDADES, E AUMENTARMOS ATÉ O FINAL DE 2014, AS EXTENSÕES UNIVERSITÁRIAS PARA 293 CAMPIS, O BRASIL ESTÁ FAZENDO CONCURSOS PARA CIENTISTAS ESTRANGEIROS JÁ QUE NO MUNDO VELHO, POR SEGUIREM A POLÍTICA NEO LIBERAL DESTES TUCANOS ECONOMIA RODA PRESA, ELES FORAM À BRECA.
ABAIXO UM TEXTO TÍPICO DE QUE ENCHEU A CARA COM UMA GARRAFA DE UÍSQUE E OUTRAS COSITAS MÁS, SINTAM O TAMANHO DA BOBAGEM:


AÉCIO NEVES
Agenda do futuro

Assim como a média do mundo emergente, vamos crescer nas próximas décadas.
A maneira como vamos crescer é que fará toda a diferença.


Para haver desenvolvimento é preciso ampliar as oportunidades geradoras de renda, criar empregos de melhor qualidade( LEIA DELFIM E VEJA QUE O BRASILEIRO, JÁ MUDA DE PATAMAR E PROCURA EMPREGOS MELHORES, ESTE FATO O HIPÓCRITA ESCONDE, GRIFO MEU PTREMDAS 13) e incluir mais brasileiros nesse círculo virtuoso,( CÍRCULO VIRTUOSO, QUE FOI CRIADO POR LULA, AO ABANDONAR AS POLÍTICAS ECONÕMICAS DO GOVERNO DELE, GRIFO MEU) superando o modelo que nos faz refém de circunstâncias políticas que preservam feudos e interesses e perpetuam o atraso.( FEUDO É O QUE ELE TEM EM MINAS, INCLUSIVIE CALANDO A IMPRENSA ATRAVÉS DE $$$$$)
Todos os dias o governo nos apresenta números buscando nos tranquilizar de que estamos no caminho certo. Mas vale a pena nos debruçarmos também sobre indicadores que mostram como o Brasil é visto pelo mundo.( O BRASIL É VISTO PELO MUNDO COMO O LOCAL ONDE A ESQUERDA NÃO OPTOU PELAS POLÍTICAS DOS TUCANOS, O NEOLIBERALISMO, TEM ATÉ CARTAZ NO METRÔ DE PARIS).
Somos hoje a 7ª economia do planeta, com 41% dos moradores urbanos ainda sem acesso à rede de esgoto e com 43% dos domicílios inadequados para moradia, número que chega a 60% no Nordeste e a 72% no Norte.( ESTES NÚMEROS CAIRÃO DRASTICAMENTE, QUANDO O PAC III ESTIVER A PLENO VAPOR, ALIÁS O PAC QUE ELE DISSE QUE NÃO EXISTIA)
A OCDE indica apenas 11% dos brasileiros de 25 a 64 anos com diploma universitário.( E ELES NÃO CRIARAM UMA SÓ UNIVERSIDADE PARA MELHORAR ESTES ÍNDICES, O LULA CRIOU 14, E ESTE HIPÓCRITA SABE, QUE ESTES NÚMEROS SÃO DE PARTE DO GOVERNO DELE, GARANTO QUE JÁ MELHOROU E MUITO)
Perdemos três posições no indicador de negócios do Banco Mundial em apenas um ano.( UMA DAS MAIORES ESCOLAS DE NEGÓCIOS DO MUNDO A FUNDAÇÃO DOM CABRAL, QUE ESTÁ EM MINAS E ELE NÃO CONHECE, NÃO CORROBORA ESTES NÚMEROS) Saímos da 124ª para a 127ª classificação. No ranking geral de competitividade global do Fórum Econômico Mundial perdemos nove posições desde 2004. Somos o 10º mercado doméstico, mas o 111º em ambiente macro econômico e 114º na eficiência de mercado.( MAIS UMA BESTEIRA, O LULA CRIOU UM MERCADO INTERNO VIGOROSO QUE TIROU O BRASIL DA CRISE.E SE ESTES NÚMEROS FOSSEM VERDADES, PORQUE O BALADEIRO NÃO INFORMA QUE TEM 9 MONTADORAS QUERENDO MUDAR PARA O BRASIL DE MALA E CUIA?) Ocupamos o 105º lugar em qualidade das rodovias num ranking de 139 países.( RODOVIAS QUE AGORA NO GOVERNO LULA COMEÇAM A SEREM REESTRUTURADAS, ELE NÃO INFORMA QUE A TRANSOCEÂNICA ERA UM SONHO DE 1 SÉCULO, E ESTÁ TERMINANDO AGORA NO GOVERNO LULA, QUE A PONTE SOBRE O RIO NEGRO DE 4 KM DE ESTENSÃO, FOI UMA ESPERA DE 150 ANOS, E ELE QUANDO GOVERNO NÃO FEZ PATAVINA NENHUMA PARA QUE ELA FOSSE TERMINADA, FOI TERMINADA EM JUNHO DESTE ANO NO GOVERNO DILMA.
O Brasil da Copa do Mundo perdeu sete posições em dois anos no indicador de competitividade do turismo. Saímos da 45ª para a 52ª.
Como se vê, é preciso vencer uma extensa agenda de grandes tarefas. Precisamos de políticas públicas que construam pontes para negócios portadores de um futuro mais justo e sustentável.


Temos todas as condições para nos tornarmos o primeiro país desenvolvido com economia de baixo carbono, com ampla produção de energias renováveis e práticas industriais, comerciais e agrícolas competitivas e sustentáveis.


Viveremos nas próximas duas décadas com mais pessoas em idade produtiva, que se somam às terras férteis, ricas em água, minérios e incomparável biodiversidade. O salto do que somos para o que queremos ser demanda uma inédita capacidade coletiva de superação de entraves importantes, que têm aprisionado o país no plano das promessas irrealizadas.( OS ENTRAVES, GRAÇAS A DEUS , SE MANTIVERMOS VCS LONGE DO COFRE, SERÃO ELIMINADOS)


Diferente do simples crescimento econômico, desenvolvimento é consequência das escolhas que fazemos. E precisamos, cotidianamente, reafirmar as nossas por uma nação ética, mais justa, mais competitiva e sustentável.


É necessário que as ações governamentais sejam mais ousadas e capazes de criar um novo relacionamento com o setor produtivo e novos pactos com a sociedade.


POR FIM, AÉCIO NEVER, FAZ COMO O FHC, CALA A BOCA E PARA DE FALAR BOBAGENS.
ESPECIALIDADE DO "JENIO" AÉCIO NEVER, CAIR DO CAVALO.  

VOU REFRESCAR A CABEÇA DO GAROTO DO LEBLON COM NÚMEROS DESASTROSOS PARA O BRASIL E O POVO BRASILEIRO EM QUE ELE ESTAVA SE LIXANDO. 

ESTAVA MAIS PREOCUPADO ERA EM CRIAR OS ALICERÇES PARA LEVAR A  VIDA  DE BILIONÁRIO EM QUE VIVE HOJE.
SINTAM O TAMANHO DA DESGRAÇA:


Em maio de 1999, o desemprego chegou a 25%;

- Em 1989, o tempo médio de busca por um novo emprego era de 15 semanas. Em 98, chegou a 36 semanas !!!;


- Segundo o Caged, o Brasil destruiu 3,3 milhões de empregos ao longo dos anos 90;


- Em 94, a balança comercial teve um superávit de US$ 10 bilhões; em 98, um déficit de US$ 6 bilhões;


- Durante os dois mandatos do Farol o funcionalismo publico não recebeu um centavo de aumento;


- O Farol anunciou que ia acabar com o legado de Vargas;


- A participação da renda dos trabalhadores no PIB caiu de 52% em 1990 para 41% em 2002;


- A taxa média de crescimento da economia brasileira ao longo dos anos 90 foi a PIOR da História: 2,4%;

inferior à média da “década perdida” (os anos 80), que girou em torno de 3%;

- Mesmo com as privatizações do Daniel Dantas, a divida interna do país saltou de R$ 60 bilhões para IMPENSÁVEIS R$ 630 bilhões, enquanto o valor da dívida externa dobrou.










segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ESCÂNDALOS DO (DES)GOVERNO FHD, D DE DOAR, PARA QUE OS MAIS JOVENS NÃO ESQUEÇAM O MAL QUE ESTE SENHOR CAUSOU AO BRASIL.

FHC SEMPRE AGIU NAS SOMBRAS. ESTA FOTO MOSTRA-O EM UMA REUNIÃO COM MEGA INVESTIDORES NO DIA 17 DE OUTUBRO DE 2010, PROMETENDO ENTREGAR O BRASIL AOS GRINGOS SE CERRA TIVESSE GANHO AS ELEIÇÕES. VADE RETRO! 




1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. 1995. Extinção da Comissão Especial de Investigação. Assim que assumiu a presidência da república, em 1995, Fernando Henrique Cardoso baixou um decreto extinguindo a chamada Comissão Especial de Investigação, instituída pelo antecessor, presidente Itamar Franco, que, composta por representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a corrupção. Seis anos mais tarde, em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, o presidente Cardoso conseguiu desviar a atenção da sociedade criando uma tal Controladoria-Geral da União, que se notabilizou por abafar as denúncias que motivaram sua criação.
1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das "reformas" que o país precisava fazer para se modernizar.
1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%. 
1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo".
1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país.
1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México.
1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista que lhes fez até tirar os sapatos.
1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15 milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia. Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um "risco sistêmico" para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico.
2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover.
2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como "prêmio", teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões.
2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um "acordo de cooperação internacional" que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada. Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade.
Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes "gerentes financeiros" da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações.
Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP’s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias.
O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que "flexibiliza" a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado.
Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB.
Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado "Massacre Eldorado do Carajás", no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará.
Explosão da violência: Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil.
Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários.
Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição).

AMERICANO RECUPERA CÉDULA RARA DE U$ 1.000,00 PERDIDA A UMA DÉCADA. JÁ MOSTREI ELA AQUI NO BLOG. ESTAMPA A FIGURA DO PRESIDENTE GROVER CLEVELAND. BEM QUE EU QUERIA TER UMA DE R$ 1.000,00 COM A FIGURA DO GETULIO.

Mauricio Hanono recebe a cédula de US$ 1 mil de volta. (Foto: Reprodução/ABC News)

Americano recupera cédula rara de US$ 1 mil após uma década

Ela pode valer em leilões até cinco vezes seu valor real.

Cédula de 1934 traz a imagem do ex-presidente Grover Cleveland.

Do G1, em São Paulo
 

O americano Mauricio Hanono, que mora em Miami, no estado da Flórida (EUA), recuperou uma cédula rara de US$ 1 mil que sua família tinha perdido há uma década, quando parou de pagar o aluguel de uma caixa de depósito, segundo a emissora "ABC News". 

Hanono deu a cédula de 1934, que traz a imagem do ex-presidente americano Grover Cleveland, para o seu filho como presente de casamento, mas ela foi perdida devido a uma confusão sobre quem deveria pagar a taxa do cofre onde a cédula estava guardada.

"Ele pensou que eu estava pagando o aluguel e eu pensei que ele estava pagando", afirmou Hanono ao jornal "Miami Herald", destacando que ficou muito feliz quando o departamento de serviços financeiros da Flórida fez a devolução do dinheiro.

Por sua raridade, a cédula pode valer em leilões até cinco vezes seu valor real. Segundo Walter Graham, do departamento de serviços financeiros, ela alcançaria facilmente US$ 5 mil ou US$ 6 mil em um leilão se não tivesse sido devolvida.



 



O TARTUFO DO FHC BOTA AS MANGUINHAS DE FORA E DIZ QUE PAÍS CANSOU DA ROUBALHEIRA. CALA A BOCA FHC!

O PROJETO E OS CANDIDATOS DO TARTUFO FORAM SOLENEMENTE REJEITADOS NAS URNAS PELO POVO BRASILEIRO.

CALA A BOCA FHC.

 Do
Professor Emir Sader.

Quem disse: “ A globalização é o novo Renascimento da humanidade.”

Quem disse: “Quem acabou com a inflação, vai acabar com o desemprego.”

Quem disse: “Esqueçam o que eu escrevi.”

Quem disse: “Vou virar a página do getulismo.”

Quem disse, no último comício de Alckmin, no segundo turno, com a camisa fora da calça, desesperado: “Lula, você acabou, você morreu.”

Quem disse: “O Estado brasileiro gasta muito e gasta mal” e entregou o Estado com a dívida pública 11 vezes maior.

Quem disse: “Eu tenho um pé na cozinha” e depois de terminado o mandato, cinicamente acrescentou: “na cozinha francesa”.

Quem quebrou a economia brasileira três vezes e na última, em 1999, subiu a taxa de juros para 49%?

Quem reprimiu e tentou criminalizar os movimentos sociais?

Quem fez a Petrobras mudar de nome para Petrobrax, para tentar privatizá-la. Quem vendeu 1/3 das ações da Petrobras nas bolsas de valores de Nova York e de São Paulo? Quem quebrou o monopólio estatal do petróleo no Brasil?

Quem comprou votos de parlamentares para mudar a Constituição e conseguir um segundo mandato?

Quem aumentou como nunca o trabalho precário no Brasil?

Quem entregou o patrimônio público a preço de banana aos grandes capitais privados nacionais e internacionais, depois de sanear empresas públicas com dinheiro do BNDES e financiar essa transferência com juros subsidiados, no maior caso de corrupção da história brasileira.

Quem disse que os trabalhadores brasileiros são preguiçosos?

Quem disse que o Brasil tem vários milhões de pessoas “inimpregáveis”?

Quem sumiu o Brasil na longa recessão a partir de 1999, que só foi superada no governo Lula?

Quem quase liquidou o Mercosul com suas idéias de livre comércio e de prioridade de comércio com os países do norte?

Quem promoveu a mais ampla privatização da educação no Brasil?

Quem fracassou e teve seu governo largamente rejeitado quando seu candidato foi derrotado em 2002?

Quem não conseguiu nem que o candidato do seu partido defendesse seu governo nas eleições de 2006?

Quem é o político atualmente mais rejeitado pelo povo brasileiro, como tendo sido o presidente dos ricos?

Quem tinha o apoio de 18% dos brasileiros a esta altura do mandato, quando Lula tem 80% de apoio e 8% de rejeição.

Quem disse e fez tudo isso, FHC, deve calar a boca para sempre. O povo o rejeitou, o Brasil o rejeitou, democraticamente.

CALA A BOCA, FHC!


NÃO HÁ DESFIBRILADOR, QUE FAÇA O NEOLIBERALISMO VOLTAR À VIDA.

FUKUYAMA DECRETOU O FIM DA HISTÓRIA MAS, ESQUECEU DE ALERTAR QUE ERA O FIM DA HISTÓRIA DELE. 

EMIR SADER NA CARTA MAIOR:

Na realidade o ceticismo se revela, rapidamente, na realidade, ser um cinismo, em que tanto faz como tanto fez, uma justificativa para a inércia, para deixar que tudo continue como está. Ainda mais que o ceticismo-cinismo está a serviço dos poderes dominantes, que costumam empregar esses otavinhos, dando-lhes espaço e emprego.

Seu discurso é que o mundo está cada vez pior , à beira da catástrofe ecológica, tudo desmorona e outros cataclismos. Concitam a essa visão pessimista, ao ceticismo e a somar-se à inercia, que permite que os poderosos sigam dominando, os exploradores sigam explorando, os enganadores – como eles – sigam enganando.

Por mais que digam que tudo está pior, que o século passado foi um horror – como se o mundo estivesse melhor no século XIX -, que nada vale a pena, não podem analisar a realidade em concreto. Para não ir mais longe, basta tomar a América Latina – tema sobre o qual a ignorância dessa gente é especialmente acentuada. Impossível não considerar que o século XX foi o mais importante da sua história, o primeira em que a região começou a ser protagonista da sua historia. De economias agro exportadoras, se avançou para economias industrializadas em vários países, para a urbanização , para a construção de sistemas públicos de educação e de saúde, para o desenvolvimento do movimento operário e dos direitos dos trabalhadores.

Mas bastaria concentrar-nos no período recente, no mundo atual, para nos darmos conta de que as sociedades latino-americanas – o continente mais desigual do mundo – ou pelo menos a maioria delas, avançaram muito na superação das desigualdades e da miséria. Ainda mais em contraste com os países do centro do capitalismo, referência central para os cético-cínicos, que giram em falso em torno de políticas que a América Latina já superou.

As populações da Venezuela, da Bolívia, do Equador, estão vivendo muito melhor do que antes dos governos de Hugo Chavez, de Evo Morales e de Rafael Correa. A Argentina dos Kirdhcner esta’ muito melhor do que com Menem. O Brasil de Lula e de Dilma esta’ muito melhor do que com FHC.

Mas o ceticismo-cinismo desconhece a realidade concreta, não conhece a história. É pura ideologia, estado de ânimo, que dá cobertura aos poderosos, lado que escolheram, ao optar por deixar o mundo como ele está. Trata de passar sentimentos de angustia diante dos problemas do mundo, mas é apenas uma isca para fazer passar melhor seu compromisso com que o mundo não mude, continue igual. Até porque a vida está bem boa para eles que comem da mão dos ricos e poderosos.

Ser otimista não é desconsiderar os graves problemas de toda ordem que o mundo vive, não porque a natureza humana seja ruim por essência, mas porque vivemos em um sistema centrado no lucro e não nas necessidades humanas – o capitalismo, na sua era neoliberal. 

Desconhecer as raízes históricas dos problemas, não compreender que é um sistema construído historicamente e que, portanto, pode ser desconstruído, que teve começo, tem meio e pode ter fim. Que a história humana é sempre um processo aberto de alternativas e que triunfam as alternativas que conseguem superar esse ceticismo-cinismo que joga água no moinho de deixar tudo como está, pela ação consciente, organizada, solidária dos homens e mulheres concretamente existentes.

LEIA NA ÍNTEGRA AQUI:
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=740


domingo, 28 de agosto de 2011

ARQUIVEM O TEXTO DESTA REPORTAGEM DA FOLHA. ATENTEM PARA O FATO DO PERIGO QUE EVITAMOS EM NOSSAS VIDAS AO DERROTARMOS NAS URNAS OS VENDILHÕES DO BRASIL. ECONOMISTA TUCANOS QUEREM PRIVATIZAR O BRASIL. FALAM DE UM PROGRAMA ECONÕMICO, SEM ALMA, CORPO, ENFIM, SEM PÉ NEM CABEÇA.

                                                                      ESTES ECONOMISTAS DA REPORTAGEM DA FOLHA, ESTARIAM NO GOVERNO DESTE UDENISTA ENTREGUISTA.

VINICIUS TORRES FREIRE
Um programa de oposição radical

Para economistas tucanos, 'transição completa' do país depende de privatização ampla, geral e irrestrita

ECONOMISTAS UM dia associados ao governo tucano e a FHC têm um programa contra "tudo isso que está aí", como dizia o PT nos tempos fernandinos. 

É um programa de oposição ao desenvolvimentismo acidental dos petistas. À herança econômica do estatismo militar (1964-85). À ideia de implantar um Estado de bem-estar social no Brasil, "à moda europeia"; à Carta de 1988. 

Linhas de força desse "programa" foram apresentadas em seminário do Instituto FHC, na semana passada. Os expositores eram André Lara Rezende, Edmar Bacha, Gustavo Franco, Pedro Malan e Pérsio Arida. 
O seminário era um debate intelectual, não reunião partidária, claro. 
Mas o que se pregava por lá? 
Primeiro, redução de gasto público e impostos de modo a permitir o aumento da poupança, do poder de decisão privado sobre poupança e investimento e, de quebra, a queda dos juros. 

Não se trata só da ladainha sobre gasto excessivo e inflação. Não se trata de coisa pequena, mas: 
1) da limitação legal da despesa pública (ideia de Malan); 
2) de equilíbrio orçamentário que dê conta não só do deficit anual (2,2% do PIB) mas ainda da monstruosa rolagem da dívida que deveria ser amortizada anualmente (17% do PIB. Ideia de Franco); 
3) de reforma fiscal-constitucional que reconhecesse a ilusão de que poderemos ter um "welfare state" europeu (Malan e
Franco). 

Segundo, propôs-se privatização, claro. Mas não só de empresas restantes ou da infraestrutura de serviços públicos. De um modo metafórico, mas não muito, propôs-se a "privatização" das reservas internacionais (ativos e moedas conversíveis comprados pelo BC, grosso modo dólares). 
 
Isto é, sugeriu-se a liberdade geral de manter moeda no exterior (o que, hoje, pouparia o governo/BC de gastar na compra de dólares a fim de conter a valorização do real). 

Em suma, pede-se a abertura da fronteira final das finanças (ideias de Franco e Arida), o que redundaria num mercado de câmbio mais equilibrado, além de reduzir ineficiências e incertezas que prejudicam investimentos do e no Brasil etc. 

Propôs-se privatizar os recursos ou a gestão dos fundos de poupança obrigatória, como FGTS e FAT (Arida e Franco). Ou dar cabo do crédito dirigido por leis ou pelo governo (o dinheiro da poupança para habitação; o crédito rural). 

Em 2010, o FGTS bancou investimentos de R$ 45 bilhões (63% em habitação, 24% em infraestrutura, 10% em saneamento). Dos R$ 41 bilhões do FAT, 50% foram para seguro-desemprego, 21,5% para o abono salarial e 11,5% para o BNDES. 

Franco e Arida dizem que tais fundos expropriam o trabalhador (não rendem de fato quase nada) e beneficiam empresários com empréstimos baratinhos ("fisiologia industrial", no dizer de Franco). Além do mais, distorcem o mercado de crédito e impedem a queda dos juros. Sob gestão livre e privada, renderiam mais para os trabalhadores; a alocação de capital seria mais eficiente no país. 

É um programa radical. É ignorado pela oposição, se é que os tacanhos tucanos do PSDB de hoje ainda merecem tal nome. 
Politicamente, o "programa" não tem corpo nem alma. Mas é um bom debate num país em que o mercado é atravancado e o Estado está fora do lugar.
TRADUZINDO: 1-CORTAR GASTO PÚBLICO PARA TUCANOS É O GOVERNO PARAR DE INVESTIR EM INFRAESTRUTURA E ÁREAS SOCIAIS.
2- ELES DIZEM QUE UM ESTADO DE BEM ESTAR SOCIAL NO BRASIL É ILUSÃO. O POVO QUE DANE-SE.
3- TEM QUE PRIVATIZAR ATÉ A ADMINISTRAÇÃO DAS RESERVAS BRASILEIRAS.
4- QUE SE DANE CAIXA ECONÕMICA, PETROBRAS, BANCO DO NORDESTE, VENDA TUDO.
5- ACABE COM FGTS,
6- ESTINGUIR O BNDES É META.

MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS: QUE ESTES NEOLIBERAIS TUCANOS, UDENISTAS, ENTREGUISTAS VÃO PARA A PUTA QUE OS PARIU!!!! 




CRISE MUNDIAL: UMA TRÍPOLI FINANCEIRA? EDITORIAL, CARTA MAIOR.

Existe algo de novo no ar da crise e não cheira bem

A inação do Banco Central norte-americano na esperada reunião da semana passada,  evidencia um engessamento maior. Os gestores da finança global não sabem que rumo seguir. A percepção de um travamento sistêmico, desprovido de solução nos seus próprios termos, desloca o foco da economia para a política. 

Anulada no seu relevo institucional  por governos e partidos majoritariamente ortodoxos e  tíbios,  a democracia representativa também se apequena. O sentido transformador da política passa a ser jogado nas ruas. O imprevisível amplia seus domínios quando o repertório convencional se esvai.

Sucessivas injeções de dinheiro nos mercados hibernam no caixa de bancos e empresas sem ativar o metabolismo da produção e do consumo. Não sairão daí enquanto a incerteza for rainha. Exaurido pelo socorro às finanças e desfibrado por 30 anos de veto neoliberal à taxação da fortuna e do patrimônio, o caixa fiscal dos Estados, por sua vez, está emparedado.

Demandas sociais crescentes  colidem com um endividamento inexcedível a juros cada vez mais calibrados pela desconfiança. Avulta, sobretudo, a ausência de uma instancia coordenadora para ações de maior contundencia e envergadura. Tudo se passa como se a  desregulação dos mercados tivesse alcançado agora o aparato que dava algum arcabouço de coerência à supremacia financeira na etapa  atual do capitalismo.

 Organismos outrora estruturadores dessa hegemonia rastejam agora uma esférica desimportancia. Sintomático dessa metamorfose foi a trinca observada na referida reunião do Fed. Ante o imobilismo resignado dos presidentes de BCs de todo o mundo, Chistine Lagarde, a nova diretora-geral do Fundo, acentuou a fragilidade global e cobrou 'visão,coragem e timming': "Estamos vendo a recuperação frágil perder o ritmo. Portanto nós devemos agir agora",conclamou à platéia bovina.

Nesse mesmo dia, o premiê espanhol, José Luis Zapatero, ultimava um acordo politico com forças da direita para incluir na Constituição a renuncia à ação fiscal do Estado: 0,4%  passa a ser  teto do déficit público num país com 20% de desemprego; 45% da juventude sem opção de trabalho e um endividamento privado de 175% do PIB. De onde a economia espanhola vai tirar forças para se reerguer? 

Demonstrações semelhantes de obscurantismo fiscal para 'acalmar os mercados' sucedem-se  em outros países. A inexistência de um arcabouço mais geral de racionalidade redunda assim num salve-se quem puder autofágico. O conjunto assume contornos de uma gigantesca Trípoli financeira. 

Facções armadas perambulam sem lei, trocam disparos, saqueiam, matam e morrem sem qualquer preocupação com o bem-estar e a sobrevivência do conjunto. Na Trípoli real, como na metafórica, o passo seguinte da história pode ser assustador.
(
Carta Maior; Domingo, 28/08/ 2011


NASSIF: A VEJA NÃO SAIRÁ DA LAMA.


O ponto sem retorno de Veja

Enviado por luisnassif, sab, 27/08/2011 - 19:33


Veja chegou a um ponto sem retorno. Em plena efervescência do caso Murdoch, com o fim da blindagem para práticas criminosas por parte da grande mídia no mundo todo, com toda opinião esclarecida discutindo os limites para a ação dá mídia, ela dá seu passo mais atrevido, com a tentativa de invasão do apartamento de José Dirceu e o uso de imagens dos vídeos do hotel, protegidas pelo sigilo legal.


Até agora, nenhum outro veículo da mídia repercutiu nenhuma das notícias: a da tentativa de invasão do apartamento de Dirceu, por ficar caracterizado o uso de táticas criminosas murdochianas no Brasil; e a matéria em si, um cozidão mal-ajambrado, uma sequência de ilações sem jornalismo no meio.
Veja hoje é uma ameaça direta ao jornalismo da Folha, Estadão, Globo, aos membros da Associação Nacional dos Jornais, a todo o segmento da velha mídia, por ter atropelado todos os limites. Sua ação lançou a mancha da criminalização para toda a mídia.

Quando Sidney Basile me procurou em 2008, com uma proposta de paz – que recusei – lá pelas tantas indaguei dele o que explicaria a maluquice da revista. Basile disse que as pessoas que assumiam a direção da revista de repente vestiam uma máscara de Veja que não tiravam nem para dormir.


Recusei o acordo proposto. Em parte porque não me era assegurado o direito de resposta dos ataques que sofri; em parte porque – mostrei para ele – como explicaria aos leitores e amigos do Blog a redução das críticas ao esgoto que jorrava da revista. Basile respondeu quase em desespero: "Mas você não está percebendo que estamos querendo mudar". Disse-lhe que não duvidava de suas boas intenções, mas da capacidade da revista de sair do lamaçal em que se meteu.


Não mudou. Esses processos de deterioração editorial dificilmente são reversíveis. Parece que todo o organismo desaprende regras básicas de jornalismo. Às vezes me pergunto se o atilado Roberto Civita, dos tempos da Realidade ou dos primeiros tempos de Veja, foi acometido de algum processo mental que lhe turvou a capacidade de discernimento.


Tempos atrás participei de um seminário promovido por uma fundação alemã. Na mesa, comigo, o grande Paulo Totti, que foi chefe de reportagem da Veja, meu chefe quando era repórter da revista. Em sua apresentação, Totti disse que nos anos 70 a revista podia ser objeto de muitas críticas, dos enfoques das matérias aos textos. "Mas nunca fomos acusados de mentir".


Definitivamente não sei o que se passa na cabeça de Roberto Civita e do Conselho Editorial da revista. Semana após semana ela se desmoraliza junto aos segmentos de opinião pública que contam, mesmo aqueles que estão do mesmo lado político da publicação. Pode contentar um tipo de leitor classe média pouco informado, que se move pelo efeito manada, não os que efetivamente contam. Mas com o tempo tende a envergonhar os próprios aliados.


Confesso que poucas vezes na história da mídia houve um processo tão clamoroso de marcha da insensatez, como o que acometeu a revista. 


LUISNASSIFONLINE